A realidade supera a ficção

Esta mensagem não é para Ti, é para Si. Uma chamada de resgate ao ser que em ti habita, o espírito imortal que dá vida ao teu corpo, coração e células.
Esta mensagem é dirigida a Si, para o lembrar e entusiasmar. Quanto a Ti, do desassossego ao serenar, vai a distância que tiver desenvolvido de Si.

O mundo é extraordinário, mas descrito de forma ordinária

Se estudarmos o mundo a fundo, a História e/ou histórias, a física, os números, os enredos, tramas e insólitos algo sobressai com recorrência: a realidade supera sempre a ficção. Investigando o mundo a fundo, mergulhando em experiências, viagens, ligações, descobertas e pesquisas extensivas, algo se torna evidente: nada é como retratam ou é contado nos meios de divulgação comuns. Em toda a parte os meios noticiosos são absurdamente tendenciosos, reforçando equívocos popularistas. O mundo é extraordinário, mas descrito de forma ordinária. A este ordinário desprovido dos extras que lhe dariam o devido contexto, apelidam “realidade” aquilo que é em resumo, mera representação.
Os meios de enformação proliferam, deformando as mentes viciadas neste tipo de consumo instantâneo de associações sem contexto. A realidade representada é desprovida dos extras e não perde apenas o seu encanto, perde a sua fidelidade, tornando-se num retrato de uma mentira propagada em coletivo dentro de cada tribo / nação.

O desejo profundamente comum de sermos aceites e amados, ofusca-nos

Os seres humanos são incrivelmente semelhantes em todo o planeta. Mamã, papá, pila, pachacha, conexão, afeto, amor, apreço, segurança, ragabofe, significado, entusiasmo, bondade entre outras tantas características, como freiras doces, vinho verde e outras guloseimas conventuais. O que temos em comum como seres humanos transcende de forma abismal as nossas variações enquanto povo, raça ou etnia.
O desejo profundamente comum de sermos aceites e amados, ofusca-nos. Em toda a parte, ao longo da nossa história, o preconceito de que o coletivo sabe melhor impede-nos de ver e leva-nos por caminhos que envergonham os nossos descendentes.
“Não se iria tanta gente enganar.”, “Nós somos os bons, os heróis, os fixes, os certos e os outros (nós) são os maus, os vilões, os idiotas, os errados”. Estes preconceitos tem cegado as tribos ao longo de toda toda a História em toda a parte. Movidos por estas associações limitadoras, perpetuamos genocídios, segregação, boicote, caça às bruxas, difamação, raiva, ódio, descriminação, em movimentos cegos coletivos.

Espreita atrás das cortinas, percorre os bastidores pelo teu pé

Em terra de vesgo a realidade é uma nesga e penetrando fundo nessa nesga, a realidade supera a ficção. Palavra! Mas não acrediteis no que vos digo por vir de / por mim. Em vez disso, desligai-vos das visões distantes, as tele-visões e aproximai.
Desligai dos meios de enformação típicos e observai os caminhos menos percorridos, os bastidores de onde brotam as narrativas para as peças em cena. Estudai e investigai mas não pelas instituições de (de)formação tradicionais, pois nestas o viés é colossal. Adentra-te pela nesga e espreita atrás das cortinas. Percorre os bastidores pelo teu pé. Tudo o que vai a palco é espectáculo para as audiências.
Se quereis ter aceitação o comprimido é para Ti. Sentai na plateia, aplaudi, urrai e uivai com os espectadores dentro do tanque, o espectáculo que decorre em campo.

As paredes da sua prisão iludem-no numa falsa sensação de segurança e conforto

Espírito em Ti, esta mensagem é dirigida a Si. O seu tempo neste corpo está contado e muito em breve será restituído à Terra que lhe o emprestou. Cuspai o comprimido, observai os bastidores e encante-se permanentemente na realidade, que supera toda a ficção.
Mas não acrediteis por ser eu que vos digo, aliás não acrediteis porque X vos diz. Se delega o seu ofício de observar, viver e entender por Si não cumpre a sua função neste mundo. Não pode transferir a uma “fonte” “oficial”, pois é seu ofício observar a fonte. Cabe a Si mergulhar na nesga e ser, ser verdadeiramente e por inteiro no mundo. Ser um cocriador e não um repetidor. Esse é o seu contributo, enquanto ser que almeja ser mais humano.
Desligue-se dos meios de enformação e ouse. Ouse ser húmus, ligar-se e caminhar esta terra que enquanto espírito escolheu.
As paredes da sua prisão iludem-no numa falsa sensação de segurança e conforto. E algo em Si reagiu a esta passagem, por saber que assim é. Que é tempo de despertar do coma. Acorda ser amado. Anda! Upa!

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