A Terra rodopia, bailando em torno do sol. A música anual da odisseia planetária, ecoa ao longo de milhões de anos, com variações singulares a cada revolução. Os ventos sopram, as terras revolvem-se e a vida sucede-se em ciclos sazonais. Primavera, Verão, Outono, Inverno, Primavera, Verão… numa valsa de quatro tempos, às vezes dois ou oito, mas sempre numa valsa viva e dinâmica. A vida faz o que bem sabe, dançar. Agarra-se à terra, escuta e sente, reagindo à sombra, ao sol e aos humores sazonais do planeta, que vão da enxurrada de água aos penetrantes raios de sol. Quente e frio, gradual e abrupto, dia e noite.

Este amor universal que tudo permeia, é implacável. O que não se envolve, dissolve-se. O que não alinha no palco da vida, regressa à potência dos bastidores para ser transformado.

Num processo de contínua ressonância e homeostasia, as plantas desenvolvem-se em função do ambiente que encontram acima e abaixo. Entre o céu e a terra (天地之间, Tiāndì zhī jiān). Se alinhadas diz-se que estão num estado natural. “Natural” é um estado de consonância, onde a eficiência é máxima e o esforço é mínimo ou inexistente. Quando algo ou alguém, entra em grande esforço, desvia-se do natural e o ruído gerado gera consequências que tendem a ser nefastas. Do esforço deriva o sofrimento e o desgaste que leva ao tombo de um ser, de uma espécie e por vezes, de ecossistemas inteiros, que são descartados para dar lugar ao que se coaduna melhor com o todo, sem esforço, naturalmente. Este amor universal que tudo permeia, é implacável. O que não se envolve, dissolve-se. O que não alinha no palco da vida, regressa à potência dos bastidores para ser transformado. Em perspetiva, tudo é reciclável, de um modo ou de outro.

Ao ingerir os vegetais e frutas da época entramos em ressonância com o ambiente. O meio interno sintoniza-se com o meio externo. Somos aquilo que comemos, mais do que pensamos.

Os iões vibram, os minerais formam-se o solo compõe-se. A transformação é contínua e em função do contexto. A flora sincroniza-se naturalmente com o ambiente e o solo, o vento e a água, o sol e o ar, desenvolvendo-se através de um processo de ressonância com a energia de cada local a cada estação. Os animais que ingerem estes alimentos, afetam a sua flora intestinal que irá assim sincronizar-se à qualidade do que é ingerido. Este processo digestivo afeta o sistema nervoso que irá modelar os novos “tijolos” do nosso corpo, assim como as perceções, emoções, pensamentos e o nosso estado de espírito, que poderemos também chamar de “vibração”. Ao ingerir os vegetais e frutas da época entramos em ressonância com o ambiente. O meio interno sintoniza-se com o meio externo. Somos aquilo que comemos, mais do que pensamos.

Durante quatro meses, dediquei-me exclusivamente a investigar e desenvolver a infografia dos “Vegetais e Frutas” para indicar a época de consumo apropriada a cada alimento. Centenas de tentativas e protótipos foram evoluindo, em função de um mapa capaz de reunir toda a informação essencial e de tornar a leitura acessível, até a uma criança. Das diversas experiências houve várias descobertas, porém três constatações causaram-me um especial assombro: o yin-yang oculto, as cinco fases nos vegetais e a sazonalidade dos nutrientes.

O yin-yang oculto

Observando os alimentos da época durante um ciclo anual, vemos emergir o yin-yang. A disponibilidade de alimentos sobe e desce duas vezes ao longo do ano. No 36ª protótipo do projeto da infografia, explorei a possibilidade de dispor os alimentos em círculo, direcionando-os ao redor do centro em função do mês e disponibilidade. Sem que estivesse à espera, quando conclui a disposição, revelou-se o ciclo do yin-yang em torno do qual os alimentos vão e voltam ao longo do ano. Janeiro desce e em maio chega a fartura da diversidade. Em agosto contrai novamente e em outubro regressa a abundância. Yin-yang, extremo-yin e extremo-yang.

Info VF yin-yang

As Cinco Fases nos vegetais

A forma dos alimentos tende a seguir o ciclo das 5 fases. Os vegetais e frutas de cada época, inclinam-se a assumir uma forma que está sintonizada com o movimento energético em vigor de cada estação. As raízes tendem a aprofundar-se na época do inverno (fase água), já os talos como o alho-francês, cebolinho e espargos, tendem a estreitar-se verticalmente com a primavera (fase árvore). Expande e arredonda-se a melancia, melão, uvas, amoras por altura do verão (fase fogo). Mirram e contraem-se as nozes, amêndoas e avelãs pelo outono (energia metal). O Qi move-se e a natureza reage seguindo o ciclo das 5 fases.

Infografia Vegetais e Frutas

A sazonalidade dos nutrientes

A nutrição não deve ser constante, devendo variar com as épocas. Existe uma predisposição natural de nutrientes e de propriedades que variam com o ano, em sincronia com as necessidades e desequilíbrios caraterísticos a cada estação. Por altura da primavera chegam alimentos ricos em vitamina A para nos auxiliar o fígado. No início do outono, chegam alimentos com vitamina B9 (ácido fólico) e sais minerais, para contrabalançar a natural perda de cabelo desta altura. Os citrinos avançam no inverno, para nos ajudar com as gripes, trazendo um grande aporte de vitamina C. No verão os alimentos são suaves e ricos em água e outras propriedades que hidratam e arrefecem o corpo. No inverno, os alimentos são altamente nutritivos, ricos em gorduras boas para nos aquecer e minerais para nos suster.

Nutrientes sazonais

O livro “Princípios de Medicina Interna do Imperador Amarelo” (黄帝内经, Huángdì nèijīng) conta com mais de 5.000 anos de existência. Remonta aos primórdios do xamanismo oriental, do qual brotou o daoismo. É uma obra fundamental para todos os que estudam medicina chinesa e conta com abundantes referências à importância das estações. Correlacionando os ciclos sazonais com a alimentação, patologias e comportamento.

Comer de acordo com a época, ajuda-nos a manter a saúde e a prevenir doenças.

Ritucharya, é o termo especial utilizado na ancestral medicina indiana da Ayurveda. Ritu, a época, diferencia os efeitos nos corpos em acordo com o ambiente e charya define os ajustes na alimentação e nos comportamentos, para facilitar a aclimatização ao novo ambiente, protegendo a homeostasia natural do corpo.

Apesar de os conselhos alimentares serem específicos a estas regiões, a filosofia aplica-se a qualquer local onde se viva. Comer de acordo com a época, ajuda-nos a manter a saúde e a prevenir doenças.

Quando os produtos sazonais amadurecem no ritmo natural da sua sazonalidade, recebem a exposição solar mais apropriada à sua espécie, criando níveis mais elevados de antioxidantes que contribuem para a saúde e longevidade.

O consumo dos alimentos sazonais de cada região, protege também os ecossistemas destas. Reduzindo a nossa pegada ecológica com uma alimentação amiga do ambiente.

Um bom Chef de cozinha, sabe que a matéria prima é o que define a qualidade dos pratos. Os alimentos frescos da época conferem um rico sabor usando um mínimo de ingredientes. Em maio fazemos sobremesas com morangos, em novembro usamos a abóbora e em dezembro os pinhões. A marca de um grande Chef vê-se na sazonalidade das iguarias, que vai confecionando aproveitando o melhor em cada momento.

Cada época floresce numa região, abundâncias caraterísticas. Os vegetais e frutas amadurecidos naturalmente trazem em si uma riqueza alimentar e terapêutica. A sua vasta disponibilidade e proximidade oferecem o custo mais baixo ao consumidor. Ao mesmo tempo, que auxilia na sustentabilidade económica dos pequenos produtores locais. Responsáveis por alimentar mais de 70% da população mundial, contrariamente à ideia que vigora.

O consumo dos alimentos sazonais de cada região, protege também os ecossistemas destas. Reduzindo a nossa pegada ecológica com uma alimentação amiga do ambiente.

Os alimentos da época recebem uma menor quantidade de pesticidas, hormonas e outros químicos, pois não precisam de ser transportados para longe, nem amadurecer fora da sua época natural.

Nutrir com a época, oferece um vasto de leque de benefícios. Harmonizar com os ciclos sazonais dos vegetais e frutas, é essencial à nossa saúde e vitalidade. Quando a vida nos dá limões, fazemos uma limonada, em maio desfrutamos dos morangos e em novembro as castanhas.

Quando temos as mais saborosas tartes de nêsperas? E o melhor creme de espargos? Quando acaba a época das melancias?

VEGETAIS & FRUTAS
época de consumo e nutrientes

Amêndoa, Ananás, Banana, Clementina, Laranja, Limão, Maçã, Pera, Pinhão, Quivi, Tangerina, Abóbora, Acelga, Agrião, Aipo, Alface, Alho, Beterraba, Brócolo, Cebola, Cenoura, Chicória, Couve-bruxelas, Couve-lombarda, Couve-portuguesa, Endívia, Espinafre, Grelo, Nabiça, Nabo, Rabanete, Rábano, Repolho, Rúcula, Rutabaga, Salsifi, Topinambo, Noz e Alho-francês.

começa a época⋙  『 acaba a época

É tempo de recolher, fazer balanços e celebrar o que foi e o que será. Damos mais uso ao calor e aconchegamos o que é essencial. Apostamos em criar mais resistência e reunir energia. Desta forma, atravessamos em bom tom, este período de janeiro.

Espargo, Ananás, Banana, Laranja, Limão, Maçã, Pera, Pinhão, Quivi, Tangerina, Abóbora, Acelga, Agrião, Aipo, Alface, Alho, Beterraba, Brócolo, Cebola, Cenoura, Chicória, Couve-bruxelas, Couve-lombarda, Couve-portuguesa, Endívia, Espinafre, Grelo, Nabiça, Nabo, Rabanete, Rábano, Repolho, Rúcula, Rutabaga, Salsifi, Amêndoa, Clementina e  Topinambo.

começa a época⋙ 『 acaba a época

É tempo de despertar, espreguiçar e começar, lenta e gradualmente, para nos manifestarmos com todo o esplendor por alturas do equinócio da Primavera. Os balanços foram feitos e libertámo-nos do que já não nos servia. Entramos num novo ano energético e tudo na natureza inicia agora o seu movimento progressivamente ascendente.

Espargo, Ananás, Banana, Laranja, Limão, Maçã, Tangerina, Abóbora, Acelga, Agrião, Aipo, Alface, Alho, Beterraba, Brócolo, Cebola, Cenoura, ChSalsifiicória, Couve-bruxelas, Couve-lombarda, Couve-portuguesa, Espinafre, Grelo, Nabiça, Nabo, Rabanete, Rábano, Repolho, Rúcula, Amêndoa, Clementina, Topinambo Pera, Pinhão, Quivi, Endívia,Rutabaga Salsifi.

começa a época⋙ 『 acaba a época

É tempo de ervilhas, descascando-as ao sol para um alguidar. Soltar o cabelo, caminhar e respirar muito embrenhado na natureza.

Nêspera, Alcachofra, Batata, Beldroega, Cebola-nova, Fava, Ananás, Banana, Laranja, Limão, Abóbora, Acelga, Aipo, Alface, Alho, Beterraba, Brócolo, Cebola, Cenoura, Chicória, Couve-bruxelas, Couve-lombarda, Couve-portuguesa, Ervilha, Espargo, Espinafre, Grelo, Nabiça, Nabo, Rabanete, Rúcula, Maçã, Tangerina, Agrião, Rábano e Repolho.

começa a época⋙ 『 acaba a época

É tempo de alcachofras e beldroegas, nutrir e acalmar o sistema nervoso. Mandarmo-nos às favas e à fava tudo o que não interessa, para que assim possamos crescer e desabrochar.

Alperce, Cereja, Mirtilo, Morango, Alho-francês, Couve-flor, Curgete, Pepino, Ananás, Banana, Limão, Acelga, Aipo, Alcachofra, Alface, Alho, Batata, Beldroega, Beterraba, Brócolo, Cebola, Cebola-nova, Cenoura, Chicória, Rabanete, Rúcula, Laranja, Nêspera, Abóbora, Couve-bruxelas, Couve-lombarda, Couve-portuguesa, Ervilha, Espargo, Espinafre, Fava, Grelo, Nabiça e Nabo.

começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de pepino e alho-porro, seguir uma energia mais ascendente e de impulso. Descobrir novas paragens e movimentar. A primavera já passou bem o seu pico e continua em expansão. Tal como esta deveremos conciliar-nos ao mesmo movimento. Já não basta sair da toca, é altura de explorar o desconhecido e realizar o inusitado.

Ameixa, Amora, Figo, Framboesa, Melão, Pera, Pêssego, Uva, Beringela, Chuchu, Feijão-verde, Milho, Pimento, Tomate, Alperce, Ananás, Banana, Cereja, Limão, Mirtilo, Morango, Alho, Alho-francês, Batata, Beldroega, Cebola, Cenoura, Couve-flor, Curgete, Pepino, Beterraba, Brócolo, Cebola-nova, Chicória, Rabanete, Rúcula, Acelga, Aipo, Alcachofra e Alface.

começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de alimentar a criança interior e brincar. As favas foram à fava, assim como grelos e muitas couves! Descascar feijão verde e alimentar a barriga com vegetais verdes, frutos vermelhos, uvas, alimentos com água e sumarentos.

Maçã, Melancia, Ameixa, Amora, Ananás, Banana, Figo, Framboesa, Limão, Melão, Morango, Pera, Pêssego, Uva, Alho, Alho-francês, Batata, Beldroega, Beringela, Cebola, Cenoura, Chuchu, Curgete, Feijão-verde, Milho, Pepino, Pimento, Tomate, Alperce, Cereja, Mirtilo e Couve-flor.

começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de comer alimentos leves, dançar e desfrutar momentos de “dolce fare niente”. Comemos de forma leve e cozinhamos menos os alimentos. Usamos menos óleo, pouca água e algum vapor. Queremos adicionar pouca temperatura e preservar a água contida no alimento. Pelo que cozinhamos tudo “al-dente” (aquele ponto já cozido e quase cru).

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começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de dançar em grupo, festas e desfrutar do convívio. Metade dos vegetais continuam de férias e ficaram os ricos em água e minerais para nos bem saciar. As amoras começam a ficar boas para colher e os morangos, serão agora de quem primeiro os apanhar.

Amêndoa, Noz, Romã, Abóbora, Ameixa, Ananás, Banana, Limão, Maçã, Pera, Pêssego, Uva, Alho, Alho-francês, Batata, Beldroega, Beringela, Cebola, Cenoura, Chuchu, Curgete, Pepino, Pimento, Tomate, Alfarroba, Figo, Framboesa, Melancia, Melão, Feijão-verde e Milho.

começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de transição, de desfrutar o verão tardio, as últimas talhadas de melancia. Receber as abóboras, nozes, amêndoas e romãs. É tempo de destralhar, centrar, regressar à terra, largar o velho para receber o novo, pois muito está por vir. Ciclicamente o fim do verão é um momento de passagem anual. Representa o fim de um albúm em que os últimos frutos caem ao solo, como os últimos acordes de um grande concerto. É um período de transição em que devemos centrar-nos para o que vem. Compressas de gengibre e tudo o que nos nutra a energia do solo, são ajudas preciosas a harmonizar-nos. Foram-se as breves amoras e morangos.

Avelã, Castanha, Dióspiro, Laranja, Tangerina, Acelga, Agrião, Aipo, Alface, Batata-doce, Beterraba, Brócolo, Chicória, Couve-bruxelas, Couve-flor, Couve-lombarda, Couve-portuguesa, Espinafre, Grelo, Nabiça, Nabo, Rabanete, Repolho, Rúcula, Amêndoa, Ananás, Banana, Limão, Maçã, Noz, Pera, Romã, Abóbora, Alho, Alho-francês, Batata, Beldroega, Cebola, Cenoura, Pepino, Ameixa, Pêssego, Uva, Beringela, Chuchu, Curgete, Pimento e Tomate.

começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de encher o celeiro antes do recolhimento de transformação que se avizinha. A terra entrega as suas raízes e ramas com abundância e fartura. Tudo o que é essencial é-nos entregue neste mês. A nossa alimentação deve ser mais rica em vegetais de folha escura, ramas e vegetais que crescem terra adentro. Queremos agora enraizar, nutrir os intestinos (as nossas raízes) com alimentos simples. Devemos mastigar mesmo muito bem, assentar e centrar.

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começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de comer raízes que se ligam fundo com a energia da terra. Evitar o yin e estimular o yang. Regressar à essência do que cresce em profundidade. Desta forma reuniremos a energia e estabilidade necessária para sermos resilientes, pela estação que se segue.

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começa a época⋙『 acaba a época

É tempo de reunir, juntar os presentes, mesmo os mais ausentes. Ir ao fundo da despensa e das gavetas e juntar tudo numa mesa. Fazer alguns cozinhados em lume brando e no forno. É tempo de calor, comer pouco, mas intensamente. Alimentos em que o sabor e faculdades são reunidas. Fazemos com que o melhor dos alimentos venha à superfície. Cozinhando pela união da travessa, da pressão e do que aquece.

Fotografia por Vasco Daniel © 2020. Infografia Vegetais e frutas, 4ªed.