“O QUE É SER MACROBIÓTICO?”
“O QUE SIGNIFICA SER 100% MACROBIÓTICO?”
Estas foram as duas perguntas que me impulsionaram a iniciar o macrobiotices, primeiro como grupo e evoluindo para uma página.
Volvida mais de uma década, três anos de curso a definição que tenho é bastante dinâmica. Definições simplistas e fixas desapareceram face a um entendimento e experiências paradoxais. Já conheci centenas de macrobióticos praticantes assumidos e centenas de macrobióticos praticantes inconscientes de o serem.
De diálogos e observações parece-me que é uma visão comum (ainda que não maioritária) a de que a macrobiótica e o que define alguém 100% macrobiótico, será algo semelhante a seguir, religiosamente, o “macro trapézio” (ver imagem). De cada vez que quebre a regra é-lhe descontado uma percentagem, pelo que já não será 100% macrobiótico, podendo inclusive (re)provar-se, se a quebra das “regras” ocorrerem de forma mensal/semanal.
Vou encontrando-me com centenas de pessoas que preferem dizer que não são macrobióticos, será antes uma alimentação “natural” ou “pessoal”. E compreendo, no fim de contas ainda poderá aparecer um santo inquisidor (na sua frente ou na sua cabeça) que aponte o dedo com um “isso não tem nada de macrobiótico!” referindo-se a esta quase pirâmide imaginária de regras para se ter este rótulo de “macrobiótico certificado”.
Assim parece que ser macrobiótico seria algo como ser biológico ou virgem, ou se é a 100% ou não se é de todo. Assim estaria implícito que não seria possível ser-se semi-macrobiótico. Da mesma forma que não existirá o semi-biológico ou o semi-virgem.
Não partilho desta visão, no que toca a ser-se macrobiótico. Que a ser verdade absoluta, diria que estaria tudo, mais ou menos, semi-f*d*d*.

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