Qual é o valor do amor, um progenitor ou o ar que nos sustenta ? Aquele que muito valoriza não olha a esforços por retribuir. Aquele que pouco valoriza não olha a esforços por exigir.

Aprenda a saborear e aprenderá a saber. Experimente fazer e aprenderá o valor. Saboreie atenciosamente e valorize ajustadamente.

O que tem um valor inestimável, não tem preço, é de graça, pois vem pela graça. E a graça recai sobre a mão que nada pede, não sobre a mão que pede e que agarra.

Qual é o valor do amor, um progenitor ou o ar que nos sustenta ? Aquele que muito valoriza não olha a esforços por retribuir. Aquele que pouco valoriza não olha a esforços por exigir.

Mesmo o pé descalço de coração nobre faz questão de retribuir. Paga em couves, em trabalho, em serviços e paga o que lhe é pedido na forma como pode. As suas armas são o crédito, o gosto e o bem servir.
Mesmo o pé bem calçado de coração pelintra faz questão de pedir. Pede fiado, pede desconto, pede atenção. pede “um jeitinho”, cobra “dádivas”. Difama o que não o serve e aponta defeitos. As suas armas são o descrédito, o desgosto e a manipulação.

A ação nobre manifesta-se pela ação nobre, não pelas palavras ou ideais de nobre porte. A ação pelintra não se reconhece pelo aspecto. Pouco importa como e se está calçado, roto ou bem vestido. O pelintra evoca a liberdade para cometer libertinagem,
evocando ideais nobres para aproveitar-se da boa vontade. Manipula os medos e o amor de terceiros apelando à tolerância e à bondade, para conseguir a condescendência e a vampirização. As suas armas são a culpa, o julgamento, a punição, a difamação, a confusão e a coação. São peritos em rebaixar, desvalorizar e dar o que não é pedido, para seguidamente apresentarem o valor que pretendem. Aponta um lugar disponível e seguidamente estende a mão, pede um cigarro ou um abraço. Corre apressadamente para abrir-lhe a porta e seguidamente pede uma moeda. Liga para si no dia dos seus anos e culpa-o por se esquecer dos dele. O pelintra “dá” com interesse dissimulado e culpabiliza seguidamente na altura da colecta. Todos nós tendemos a ser pelintras de vez em quando. Estejamos atentos para não lhe dar rédea solta.

Aprenda a reconhecer quando está a ser pelintra e quando alguém em modo pelintra se chega a si. Liberte-se, valorize ou ofereça algo de valor inestimável, mas recuse o barato. “Caro” e “barato”, risque estas palavras do seu dicionário pessoal.

Mesmo o pé descalço de coração nobre faz questão de retribuir. Paga em couves, em trabalho, em serviços e paga o que lhe é pedido na forma como pode. As suas armas são o crédito, o gosto e o bem servir.
Mesmo o pé bem calçado de coração pelintra faz questão de pedir. Pede fiado, pede desconto, pede atenção. pede “um jeitinho”, cobra “dádivas”. Difama o que não o serve e aponta defeitos. As suas armas são o descrédito, o desgosto e a manipulação.

Ofereça quando puder e se quiser, a quem disposto está a pagar o valor sem pedir ofertas ou descontos. Aquele que sabe valorizar oferece o necessário e aprecia o que lhe é dado. Aquele que desvaloriza, não saber apreciar, pede e aponta defeitos, encontrando impedimentos em tudo. Não recompense a desvalorização e o descrédito, recompense a valorização e o crédito, distribui-a a quem valoriza e sabe bem cuidar.

Um bom vinho não é para aquele que o vomita. Ao cego ofereça música, não um quadro. Ao surdo ofereça um quadro, não uma música. Avalie pelo valor, não pelo preço e nem tão pouco pelo normal. O comum sapato de tamanho 40 não é para o pé de tamanho 44. Aprenda a saber, aprenda a avaliar e a tudo encontrarás o seu devido e justo lugar.