Num nível de observação mais rudimentar compreendemos o que é transitório, fluído, vibratório e imaterial, como sendo permanente, sólido, fixo e material. A um nível de observação mais aprimorado entendemos que o aparente objecto permanente, sólido, fixo e material é na essência um fenómeno transitório, fluído, vibratório e imaterial. Quando realizamos claramente este fundamento, entendemos que mesmo um “Ser” como o humano, é um verbo e não uma coisa.

A um nível fundamental toda a matéria se resume a energia mais ou menos densa, de acordo com o movimento vibratório ou “aceleração” predominante. Esta propriedade foi realizada e comprovada inúmeras vezes, ao longo de milhares de anos por diferentes observadores, de diferentes áreas. Recentemente (relativamente falando, pois ocorre em 1905) um desses observadores, o físico Albert Einstein tornou-se célebre ao expressar numa fórmula matemática esta relação E=m×c² (Energia é igual a massa vezes a velocidade da luz dobrada). Assim toda a massa ou matéria pode ser entendida como m=E/c², a energia repartida ao longo de uma velocidade. Por outras palavras, pela sua frequência .¸.·´¯‘·.´¯‘·.¸¸.·´¯‘·.¸. ♪

Apesar de a mesma ser empregue consistentemente em campos da física, produzindo todo o tipo de objetos e tecnologias que hoje utilizamos, ao nível das implicações filosóficas que acarreta, continuamos a oferecer resistência a esta revelação nuclear. Pelas suas implicações aparentemente paradoxais, à nossa mundividência, coletivamente temos vindo a prorrogar a integração aos paradigmas comuns, preferindo rejeitar as suas implicações. Comemos o fruto e rejeitamos a árvore.

Harmonia, Alinhamento, Sintonia, Natureza Profunda, Serendipidade, Saúde e Bem-estar, são conceitos que podem podem ser entendidos como o alinhamento à vibração que preserva essa matéria, a frequência “certa” que cria ou protege esse “estado”. Desta forma o cântico, o mantra e a música tem sido uma constante universal presente a todas as tradições, tanto para harmonizar um colectivo como um indivíduo.

No daoismo alinharam-se cinco tons de música curativa em consonância com a ideia das cinco transformações predominantes no cosmos. Cada tom, entoado como um som harmónico vai atuar num conjunto de órgãos e emoções específicas no corpo. Os órgãos são então regulados, harmonizados e sedados pela entoação de cada um dos cinco tons. Os mesmos, por sua vez, podem ser entrelaçados em quatro melodias específicas que em conjunto, harmonizam as cinco transformações entre si. Harmonizando o corpo enquanto sistema integral à sua música.

Sendo inúmeras as aplicações podemos destacar o seu poder regenerador e anestésico. Ideal para nos alinhar na prática de meditação e outras momentos onde a nossa presença e harmonia interna é fundamental.

Detalhes

  • Os cinco tons de música curativa
  • Visualizações, movimentos e efeitos de cada tom
  • As 4 estações da melodia
  • Aprender e desenvolver a entoação de cada tom
  • A relação dos sons com os órgãos e aplicações terapêuticas

Duração : 5 horas
Investimento : €40
Requisitos : N/A
Material :
roupa confortável ; lenços papel ; lápis e caderno

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